lunes, 13 de diciembre de 2021

SolRojo-Oaxaca: Breves iniciando semana

Italia. El movimiento democrático “No-TAV” (No al Tren de Alta Velocidad) volvió a las calles; los manifestantes mantienen su rechazo hacia la imposición de este megaproyecto que desde la década de los noventas ha encontrado oposición de la población en distintas regiones de Italia y Francia. En esta ocasión las manifestaciones se concentraron en Venaus, Turín, registrándose nuevos choques con la policía antimotines, en el lugar hubo incendios y barricadas como respuesta a la agresión policial. Los activistas han denunciado también que su compañero Emilio Scalzo de 66 años, detenido el 15 de mayo en una manifestación del No Border (movimiento franco-italiano surgido también a raíz de la lucha de No TAV), ha sido extraditado a Francia acusado de haber herido a elementos de la gendarmería francesa.


EE.UU. El 4 de diciembre, en el que fuera el cumpleaños número 30 del activista democrático Garret Foster (asesinado por el sargento del ejército estadounidense Daniel Perry en medio de una movilización del Black Lives Matter), un ilustrador que trabaja para el periódico revolucionario Tribune of the People (Tribuna del Pueblo) plasmó un homenaje gráfico para Garret. En palabras del trabajador del arte se expresa “El sacrificio de Garrett Foster nos recuerda que no solo estamos luchando por nosotros mismos; luchamos por un mundo mejor para todos. Su devoción desinteresada por la gente me inspira, como debería inspirarnos a todos".


 

Brasil. El próximo 14 de diciembre se realizará el acto público contra la criminalización de la defensa del pueblo en la lucha por la tierra en Rondônia; este acto está organizado por la Asociación Brasileña de Abogados del Pueblo (ABRAPO) y el Centro Brasileño de Solidaridad con los Pueblos (CEBRASPO). En este importante evento se dará a conocer el Informe de la Misión de Solidaridad con los campamentos Tiago dos Santos y Ademar Ferreira, en la cual participaron ambas organizaciones democráticas ante el operativo de guerra contrainsurgente llevado a cabo por el viejo estado y el gobierno fascista de Jair Bolsonaro. En la convocatoria se expresa: “La abogada popular Dra. Lenir Correia, miembro de ABRAPO, trabaja de manera destacada en la defensa de los derechos de los campesinos en el estado de Rondônia, y en particular de los vecinos de los campamentos de Tiago dos Santos y Ademar Ferreira. El 23 de noviembre, en medio de una serie de operativos de allanamiento e incautación contra varios campesinos y simpatizantes de la lucha por el derecho a la tierra, que conforman un episodio más de la campaña de persecución política y criminalización del viejo estado, fue invadido el domicilio de la abogada y decomisados materiales de trabajo por parte de la policía, como cuadernos, celulares y agendas, que contienen datos íntimos y confidenciales de sus clientes… esta acción “representa una grave violación de las prerrogativas legales y los derechos de los defensores del pueblo, quienes además sufren la denegación de su derecho a la defensa por la criminalización de sus abogados”. La Misión de solidaridad con los campesinos pobres se realizó en el mes de octubre, del día 25 al día 27.

 


México. En medio de la militarización que sufre el país y que ha tomado “cause legal” desde el arribo de AMLO, en medio de la imposición de megaproyectos de despojo y muerte, en medio de la criminalización y represión contra los movimientos populares anticapitalistas, la Corriente del Pueblo Sol Rojo está realizando una jornada de asambleas de análisis sobre la situación política nacional y la política contrainsurgente del viejo estado; estas asambleas regionales e intermedias apuntan a enriquecer el análisis y la discusión colectiva de cara a la Asamblea General de la organización democrática a realizarse en enero próximo. Previamente se han realizado asambleas de las distintas organizaciones y sectores populares que conforman la CP-Sol Rojo; la estructura completa de la organización está puesta de pie ante la clara amenaza lanzada por los tres niveles de gobierno en contra de quienes nos proponemos el cambio revolucionario en México; una vez más serán nuestra fortaleza el centralismo democrático y la lucha de dos líneas al interior de nuestra organización para desarrollar y profundizar la lucha de clases en la perspectiva del poder. 

BRASIL: LCP: 'Companheiro Pelé, presente na luta!' (AND)

Reproduzimos a nota emitida pela Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres em 9 de dezembro, a respeito do falecimento de um dos fundadores da LCP de Rondônia, o companheiro Pelé.

Faleceu aos 52 anos, na noite da última quarta-feira, 08 de dezembro de 2021, nosso companheiro Pelé, o camponês nascido na Bahia José Fonseca de Araújo. Ele sofria de diabetes e problemas cardíacos. Com o apoio do Socorro Popular já havia feito, há alguns anos, uma cirurgia que lhe salvou em uma situação crítica. Difícil para quem o conhecia imaginar que lutava contra tantas adversidades de saúde. Em qualquer hora, em qualquer lugar, sob qualquer tempo, dormindo sob um barraco de lona ou em algum lugar um pouco melhor, onde as massas clamassem o apoio da Liga na secular luta pela terra o Pelé estava.

Alegre, otimista, apontando um caminho, fazendo reuniões, puxando palavras de ordem, animando os desanimados, confortando e acolhendo aqueles com mais dificuldades, Pelé sabia identificar o que era uma contradição no seio do povo de uma contradição entre o povo e seus inimigos. Se uma ou outra vez, por seu bom coração, errou na mão, nunca se furtou de analisar o problema com humildade. Aliás, humildade era o que sobrava àquele “homenzarrão” fisicamente grande, voz segura, corajoso, que sempre cobrava dos companheiros, em nossas avaliações, que falassem olhando nos olhos das massas.

Pelé não se intimidava em nenhuma situação. Nas incontáveis vezes em que, atendendo aos camponeses, participava de audiências em órgãos públicos, colocava em seus devidos lugares as “autoridades” escaladas para ludibriar, amaciar ou intimidar as massas. Por isso em uma ocasião, no Pará, o Ouvidor dos latifundiários Gersino José Filho fez questão de identifica-lo. Não foi uma brincadeira, era para avisar aos latifundiários, policiais e pistoleiros, o perigo que representava para eles aquele “Negão” da LIGA junto com as massas naquela região. E por quantas regiões o Pelé passou nesse Brasil... Sem nunca esquecer Rondônia, onde começou.

Pelé começou jovem na luta pela terra. Segundo ele, com 16 anos já atuava. Apoiou a heroica tomada e resistência em Santa Elina, Corumbiara, em 1995. Rompendo com o oportunismo, participou da fundação do Movimento Camponês Corumbiara, MCC. Teve participação importante na denúncia dos desvios da direção do MCC pois, em que pese a compreensão elevada da luta pela terra do MCC, ainda se mantinham em alguns dirigentes resquícios de práticas e métodos oportunistas herdados da organização anterior. Nesse momento crucial na história do movimento camponês brasileiro, irrigado pelo generoso sangue da heroica resistência camponesa de Santa Elina, Pelé se alinhou à necessidade de uma ruptura radical contra todo o velho. Em uma luta encaniçada, violenta, junto com as massas, esta ruptura abriu a fórceps o espaço para o NOSSO CAMINHO, que forjou as Ligas de Camponeses Pobres, que a seguir se organizaram em todo o Brasil. Pelé é fundador da LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental, e participou por muitos anos da Comissão Nacional das LCP’s.

Pelé foi perseguido e atacado por “guaxebas”, sofreu atentados e, por pelo menos duas vezes, foi atingido por tiros. Pelé foi preso várias vezes, a mando do latifúndio, e logo solto pela mobilização de massas levada a cabo pela Liga. Pari passu à perseguição incansável, o oportunismo tentou cooptar Pelé com o canto da sereia da farsa eleitoral. Com uma dura luta de crítica e autocrítica, o companheiro superou este período e uma vez mais jurou pela bandeira da LCP e pela Revolução Agrária.

E aceitou e executou tarefas em todas as regiões do país levando a bandeira e a palavra da Liga, no momento mais difícil da luta entre o caminho revolucionário e o caminho oportunista no movimento camponês. E por onde passou conquistou admiração, respeito e carinho das massas. E o ódio de nossos inimigos.

Pelé participou de incontáveis tomadas de terras, fechamento de estradas, congressos, reuniões, audiências, etc. Defendeu a aliança operário-camponesa e a Revolução Agrária. Diversas vezes concedeu importantes entrevistas para A NOVA DEMOCRACIA, imprensa que ele defendia com unhas e dentes. Era um entusiasta do Socorro Popular. Foi um dos representantes da LCP junto à juventude combatente rebelada em 2013 e 2014, no auge das mobilizações. Participou de encontros internacionais de advogados e defensores do direito do povo lutar por seus direitos, junto com o CEBRASPO e a ABRAPO. E recentemente comandou a retomada da Fazenda Santa Lúcia, uma semana após o famigerado Massacre de PAU D`ARCO, no Pará, em 2017.

Pelé nos deixa em um momento gravíssimo em que, sob uma brutal repressão, o NOSSO CAMINHO brilha como o único para o movimento camponês brasileiro. Não podemos deixar de registrar nossa indignação pela forma como se deu sua morte. Pelé foi internado na terça-feira à noite, e teve alta na manhã de quarta. No final da tarde de quarta, dia 08, foi internado de novo, e poucas horas depois morreu. Será que tinha condições de ter sido liberado, ou o foi pela absoluta falta de condições desse sistema de saúde que chamam “público”, com o qual essa canalha exploradora só se preocupa para fazer demagogia em tempos de pandemia?

Ao companheiro Pelé; aos familiares que abraçou nos últimos anos de sua vida, sua “pequena grande” companheira e os filhos que adotou como seus, que sempre o respeitaram, admiraram e apoiaram em sua decisão de lutar, lutar e lutar; a seus preceptores; às milhares de massas e companheiros que vão chorar sua partida e homenageá-lo, como o farão milhares de massas camponesas no amanhã próximo: vamos seguir empunhando, cada vez mais alto, nossas bandeiras vermelhas da Revolução Agrária; vamos seguir fortalecendo cada vez mais a aliança operário-camponesa; vamos espalhar milhões de cartilhas “O NOSSO CAMINHO” para forjar os lutadores que batem como nunca em nossa humilde porta. Vamos vencer, Pelé. Essa vitória também será sua.

Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres, 09 de dezembro de 2021

Assista o vídeo: I Encontro da FIPRJ - depoimento de Pelé, militante da LCP (Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia).

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Periódico Comunista Internacional: La farsa electoral en Rusia

¡Proletarios de todos los países, uníos!

LA FARSA ELECTORAL EN RUSIA

A medida que la farsa electoral en Rusia llega a su fin, el partido gobernante Rusia Unida se lleva casi el 50 por ciento de los votos y 198 de los 225 escaños de la Duma. El llamado Partido Comunista de la Federación Rusa obtiene 9 escaños y el 18,93% de los votos, y el resto de los escaños se distribuyen entre los partidos más pequeños.

La participación electoral en las elecciones parlamentarias fue del 51,7% este año. Casi la mitad de las personas autorizadas a votar no participó. La última vez, en 2016, solo participó alrededor del 47%, ya que en 2011 el número fue de alrededor del 60% ii. La prensa burguesa en los Estados Unidos y Europa está enfadada por las elecciones fraudulentas en Rusia, utilizando la causa de la “democracia” en su contienda contra el imperialismo ruso, para acrecentar sus contradicciones internas.

La baja participación de las masas en las elecciones se explica por el fraude y la represión de la oposición. Además, durante los últimos treinta años, la participación electoral en las elecciones parlamentarias nunca ha superado el 70%. La participación electoral en las elecciones parlamentarias rusas nunca han sido altas: entre 1991 y 2016, la participación más alta es de alrededor del 65% iii. La disminución de la participación electoral también se observa en otros países. Las masas ven que las elecciones no cambiarán nada; no detendrán la explotación, las crisis constantes, la pobreza. Ya que está todo decidido por ellos. De ahí que la tendencia a la reaccionarización del Estado burgués se encuentre con su contraparte la tendencia espontánea de las masas de rechazar al viejo Estado, sus instituciones y representantes expresada en la baja participación.

La constitución de 1993 de la Federación Rusa establece que las elecciones deben ser libres y justas, y cualquier ciudadano mayor de 21 años tiene derecho a participar en las elecciones. Después de 1995, los partidos tuvieron que reunir 200 000 signatarios y registrarse en el Ministerio de Justicia al menos seis meses antes de las elecciones. En los últimos años, muchos candidatos se han enfrentado cada vez a más desafíos burocráticos para participar en las elecciones, así como a la represión violenta iv. Recientemente, los simpatizantes del encarcelado Alexei Navalnyi fueron declarados “extremistas” por la corte y se les prohibió participar en las elecciones. Este demagogo es principalmente una ficha en el juego de varios imperialistas “occidentales” de impulsar y agudizar las contradicciones internas en Rusia. En general, la “oposición” de los partidos burgueses es parte integral del sistema y sirve para “legitimar” el reino de la explotación y la opresión.

También se han restringido muchos derechos demoliberales, como la libertad de prensa y la libertad de reunirse para manifestaciones. Pero estos son derechos que existen en el contexto del Estado burgués; incluso si los rusos tuvieran los derechos ideales para participar “libremente”, solo sería hasta el punto de que no amenazara el dominio de los explotadores, representado y sostenido por el Estado burgués, que como todos los estados, se sostiene con violencia y por eso solo puede ser derrocado con violencia revolucionaria. En las elecciones de la burguesía la oposición, que se ve como un signo de una democracia “sana”, representa una fracción más de la burguesía, una ilusión de la “libertad de elección” y las promesas vacías de cambio, al servicio de la incorporación de las masas en el Estado burgués.

Mariátegui vio en la década de 1920 que la democracia burguesa había dejado de corresponder a la realidad material; como el feudalismo una vez quedó obsoleto con el crecimiento de la burguesía, la democracia burguesa también ha correspondido a las crecientes fuerzas de producción, el surgimiento del proletariado. Con la profundización de la crisis del sistema imperialista, la burguesía lucha por seguir produciendo grandes riquezas que caen en pocas manos, arrojando a más y más personas a la pobreza, a más y más a la explotación.

Mariátegui escribe que la burguesía reconoce esta decadencia: sin embargo, creen que la idea de democracia está en decadencia, más no la forma en sí. Esto se puede ver en todo el mundo como la burguesía por un lado hace todo tipo de trucos para “incluir” al pueblo en la política, para “reformar” el parlamento, tratando de arreglar la ilusión que se hace añicos. Por supuesto, debido a que es la base material la que está en decadencia, ningún truco cambiará este hecho. La burguesía ha creado sus propios sepultureros; el proletariado, que hoy tiene su arma todopoderosa, el marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, con su centro la línea militar proletaria, es decir, la guerra popular para derrocar a sus opresores.

La burguesía también sabe que su circo no reprimirá el poder de las masas, y por eso se desarrolla la reaccionarización del Estado burgués. Como escribe Mariátegui, como lo parlamentario no se corresponde con la realidad material, los reaccionarios anunciarán cada vez más abiertamente sus objetivos antiparlamentarios, desarrollando el fascismo. En el caso del imperialismo ruso, el régimen no es fascista aunque algunos comentarios burgueses así lo afirman, ya que les sirve para profundizar, acelerar y ampliar los problemas internos del imperialismo ruso. Sin embargo, la democracia burguesa en general tiene una tendencia a la reaccionarización y el gobierno de Putin está acelerando esta tendencia, y el poder está altamente centralizado en el presidente. Además, hay un recorte creciente de derechos y libertades burgueses. Las tendencias antiparlamentarias pueden verse en esta supresión generalizada de los derechos demoliberales. En el caso del imperialismo ruso vemos claramente la decadencia de la democracia burguesa en una superpotencia atómica imperialista.

El llamado partido comunista, partido revisionista, obtuvo una gran cantidad de votos después de Rusia Unida, a pesar de que, según un periódico burgués, es visto como un “frente dócil y desdentado” ii, y está luchando por encontrar nuevas formas de ganar popularidad entre las masas. En Rusia. Esta proporción también podría ser aún mayor, ya que hay acusaciones de manipulación de los votos a favor de Rusia Unida. El apoyo al “partido comunista” revisionista se ve como un “voto de protesta” contra el partido gobernante. Los revisionistas utilizan el glorioso pasado revolucionario del pueblo ruso y del partido del proletariado para desempeñar su oscuro papel al servicio del viejo Estado. No sirven al proletariado; sirven a la burguesía. La contradicción entre violencia revolucionaria y cretinismo parlamentario es antagónica; es una verdad básica que el poder surge del cañón de los fusiles. Como se vio en las elecciones rusas, el gobierno reaccionario de Putin no se dejará expulsar del poder por votación, y el viejo Estado está sostenido por la violencia reaccionaria. Es cierto que el partido revionista es ineficaz, sin la ideología del marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente el maoísmo con los aportes universales del Presidente Gonzalo, sin la guerra popular, y es dócil porque juega con las reglas de la burguesía. Hoy no hay nada que ganar en las elecciones para un partido comunista, y participar en las elecciones es contrarrevolucionario.

A manera de conclusión:

Las elecciones en Rusia muestran la decadencia del Estado burgués. La facción gobernante de la burguesía intenta reprimir a sus enemigos mediante el fraude y la violencia, atacando al parlamento, el “corazón de la democracia burguesa”, atacando a las masas y los derechos demoliberales y aumentando la explotación. Por otro lado, esta superpotencia atçomica es un enano económico, comparable a Italia -una potencia imperialista de segundo orden subordinada en la Unión Europea a Francia y Alemania-, en colusión y pugna y cercada por el principal enemigo de los pueblos del mundo, el imperialismo yanqui. Pero las masas no solo sufrirán en silencio. La creciente actividad de las masas se ve también en Rusia, y también hay una gran parte de la población que no está dispuesta a participar en las elecciones de la burguesía. Esto exige que el Partido Comunista de Rusia se reconstituya como un partido marxista-leninista-maoísta, principalmente maoísta, militarizado, para iniciar la guerra popular lo más rápido posible para llevar a cabo la contra-restauración. Un Partido, en general totalmente opuesto al lamentable grupo revisionista de ratas que arrastran el glorioso nombre. del Partido Comunista de Rusia en el barro. El Estado burgués se está debilitando cada vez más, y las elecciones rusas realmente muestran lo poco que significan realmente los ideales democráticos burgueses en el momento de la crisis, y que la violencia revolucionaria, que actualmente solo puede ser guerra popular, es realmente el único medio para conquistar el poder.

viernes, 10 de diciembre de 2021

India: Afiches del PCI en el distrito Jayashankar Bhupalpally, advierten a la policía para que cesen su actividad en la zona.


La prensa reaccionaria "The Hindu", informa:

Posters en el nombre del comité del PCI (maoísta) del area Venkatapuram-Wajedu, alertan a los informates de la policia, para que cesen su actividad, los posters fueron encontrados en varios lugares, y también al interior de los espacios de Kondapuram y Alubaka, en Venkatapuram mandal en horas de la mañana del jueves.

The posters caused a flutter in the forest fringe villages, some of which were located along the bank of the Godavari in the tribal majority district, sources said.

The handwritten posters, purportedly put up by the Maoists, read “Police Informants Ku Hechharika” (Warning to police informants).

The posters contained the names of some persons belonging to four remote villages, whom the Maoists branded police informants.

The Maoists accused the police informants of acting hand in glove with the exploitative ruling class to eliminate the revolutionary struggle and warned them of dire consequences if they did not mend their ways.

Turquía: TKP/ML : ¡Saludamos a la guerra popular dirigida por el Partido Comunista de la India (maoísta)!

Para los proletarios del mundo y las masas oprimidas;
 
La inmensa mayoría de la población se encuentra sumida en el hambre y la pobreza, bajo las ruedas del sistema de explotación capitalista. Fascistas y reaccionarios, burgueses y dictadores, son quienes buscan garantizar la continuidad de este orden imperialista, perpetuan la continua barbárica agresión contra el pueblo en todo el globo...

To the World Proletariat and its Oppressed Peoples;

The majority of the world's population is struggling with famine and poverty among the wheels of the imperialist-capitalist exploitation system. Fascist and reactionary bourgeois dictatorships, which are the guarantee of the existence and continuity of the imperialist-capitalist system, continue their aggression against peoples in all geographies of the world uninterruptedly and barbarously.

The greatest fear of the imperialists and their lackeys is that the accumulated anger of the proletariat and working people against the increasing poverty, unbearable living conditions and fascist-reactionary oppression will meet with the vanguard forces guided by the Marxist-Leninist-Maoist ideology. In India, the imperialist masters and the Indian ruling classes are experiencing exactly such a fear because; The Communist Party of India (Maoist) is expanding and developing the People's War in this geography, which has the second largest population in the world and where poverty and inequality are at the highest levels. Its imperialist masters and Indian fascism are struggling in vain to prevent and destroy the People's War that developed under the leadership of the CPI (Maoist). In the past years, the People's War was tried to be destroyed with comprehensive extermination operations under the name of "Operation Green Hunt", massacres were carried out against the people, but the CPI (Maoist) was able to stop this wave of attacks. The ruling classes of India, with the fascist Modi government, once again took action to destroy the ongoing People's War under the leadership of the CPI (Maoist).

In September, clashes intensified between the Indian state, which increased its military aggression under the name Prahar-3, and the guerrillas of the People's Liberation Guerrilla Army (PLGA) led by the CPI (Maoist). One of these clashes took place on November 3, 2021, within the borders of Garapatti of the Mardhitola Forest of the Gadchiroli District of Maharashtra. In this conflict, Comrade Deepak (Milind Bapurao Teltumde) and 26 of our comrades, a member of the CPI (Maoist) Central Committee, were immortalized. The memories of our comrades, who became immortal on the path of the People's War, will shed light on our struggle for communism.

The CPI (Maoist) called for a strike and resistance against the anti-people aggression carried out under the name of the Prahar-3 operation. CPI (Maoist) guerrillas respond to this wave of fascist aggression with their counterattacks and inflict serious losses on the Indian military forces. The CPI (Maoist) leadership and people's fighters are able and will do so by nullifying this aggression and developing the People's War. As the international proletariat and the oppressed toiling peoples, it is our duty and responsibility to stand by the right struggle of the CPI (Maoist) and the workers and laboring people of India. The war and struggle of the comrades of the CPI (Maoist), who raised the flag of MLM with the People's War, is the war of all MLM powers in the world. Our proletarian international consciousness requires that we see and embrace the People's War in India as a march of revolution and communism.

As TKP/ML, we support the People's War led by our comrades party CPI (Maoist) against the Prahar-3 operations of the reactionary-fascist state of India, and we believe that the war of the Indian People, led by our CPI (Maoist) comrades, will continue uninterruptedly and will triumph.

We call on the call for international support against the attacks of the Indian fascist state, announced by the CPI (Maoist) Central Committee in November 2021, to respond to this call, especially the MLM forces from all over the world, and to show solidarity with the ongoing People's War in India!

End the Prahar-3 Operation, a New Process of Massacre!

End the Fascist Repression, Arrests and Massacres of the Indian State!

Long live the People's War Led by the CPI(Maoist)!

Long Live the New Democratic Revolution, Socialism and Communism Struggle Against Imperialism and All Kinds of Reactionary!

Long live Proletarian Internationalism!

Long live Marxism-Leninism-Maoism!

Communist Party of Turkey/Marxist–Leninist

November 2021

NewEpoch Media: SERBIA - Grandes protestas contra la minería de litio

En rechazo a una nueva ley y en contra de la dañina minería del litio, decenas de miles de personas llevan cerca de dos semanas protestando en varios puntos del país. Es uno de los mayores movimientos de masas de los últimos años que está experimentando Serbia. La protesta ha puesto parcialmente de rodillas al gobierno serbio y, por el momento, la nueva ley y el acuerdo se encuentran en un terreno inestable. 

Ya en 2004, se encontró un gran depósito de litio, un metal precioso, en Serbia. Este metal es indispensable para la construcción de acumuladores y baterías y también es cada vez más importante para la industria automotriz, ¡especialmente para los imperialistas de la UE!

La contradicción imperialista se agrava y los imperialistas de la UE necesitan que esta mina sea más independiente de China. Alemania en particular, como uno de los mayores fabricantes de automóviles, está interesada en la extracción de litio, como dijo la excanciller Angela Merkel durante su última visita de estado a Serbia: "Si todo el mundo está interesado, a nosotros también nos interesa, eso está claro". y agregó: "Todos sabemos lo que significa el litio para el desarrollo de celdas de batería y la movilidad futura. En este sentido, este es también el tema de nuestras conversaciones. Serbia tiene un gran valor aquí".

Entre los interesados ​​se encuentra el grupo minero británico-australiano RIO TINTO. Planean invertir $ 2.4 mil millones en el proyecto Jadar planeado en Serbia para producir hasta 58,000 toneladas de carbonato de litio de grado de batería, entre otras cosas, probablemente a partir de 2026.

Además, en los últimos meses, el gobierno serbio aprobó una enmienda a la ley de minería que le da a la compañía las manos libres para extraer litio. La crítica de las masas es que la ley permite la "venta" del estado a empresas extranjeras como Rio Tinto. Pero es contra este proyecto imperialista que las masas en Serbia están tomando las calles para luchar contra la extracción de litio en su región.

Miles de personas ya tomaron las calles, y solo el 4 de diciembre, más de 50.000 tomaron las calles en Belgrado, bloqueando la carretera. Las protestas tuvieron lugar en más de 50 ciudades de Serbia, en contra de la ley del referéndum, la ley de expropiación y los planes de Rio Tinto de construir una mina de litio cerca de Loznica. El fin de semana siguiente volvieron a producirse protestas, manifestaciones y bloqueos.

Los gobernantes, sobre todo la facción que representa a los leales títeres de los imperialistas de la UE, también enviaron rápidamente provocadores y matones contra el pueblo que protestaba. En Novi Sad, un grupo de unos 30 jóvenes atacó a los manifestantes. Sin embargo, los manifestantes se unieron, se defendieron y ahuyentaron a estos elementos antipopulares. También se informó de ataques como estos en Belgrado, Stara Pazova, Vranje y Valjevo.

El proyecto de Rio Tinto es uno de los proyectos más odiados en Serbia. ¡Significa "expropiación", profundización de la opresión nacional y también una enorme contaminación ambiental!

Extraído del blog AND